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Poema
 
Eu
Por: Fátima Sansone



Existem pessoas tão egoístas que  pensam serem as únicas que sofrem na Terra.
Se fecham em suas bolhas
Em uma masturbação mental
Operando verdadeiras barbaridades
Nunca se saciam...
Como predadores... Precisam de presas.
A tristeza em toda essa história
É...
Que por causa do egoísmo
Por achar que somente a sua dor e vontades importam
Como um trator
Vem e passa sem dó por cima de tudo e de todos
Sempre foi assim
Sempre fez o que quis
Sempre se fazendo de vítima
Chorando, se lamentando porque só sua dor teve, tem e terá importância.
Enquanto
O outro lado
O lado ferido, despedaçado
Jogado à própria sorte
Que foi atropelado pela "vítima"
Resolveu por sí
Seguir seus caminhos
Se curou sozinho
Saiu com a própria força do fundo do poço
Qdo saiu
Enxugou as próprias lágrimas
Foi seu  ombro amigo
O consolo sofrido
Levantou
Caiu
Muitas e muitas vezes
Foram anos e mais anos de muita luta, dedicação, muito remédio e oração
Muita coragem para ocupar e conquistar meu espaço
Delinear meu precioso limite.
Lutei, chorei, briguei gritei...
Operei verdadeiras tempestades
Fiz tudo que um ser enlouquecido precisa fazer para ao menos ser capaz de voltar a viver
Pois em meio as piores lutas até muito pouco tempo atrás, eu estava apenas sobrevivendo
Ninguém quis saber
Ninguém perguntou se precisava de algo
Se estava bem
Ou qualquer outra coisa que pessoas comuns fazem
Nessa época eu já estava forte
Curada
Tinha a espiritualidade
Não precisava de mais nada
De pé
Toda remendada
Mas feliz e reconfortada
Eu percebi que podia sim viver por mim
Eu me fazia muito feliz
Me respeitava
De verdade me amava
E o mais incrível
Podia criar expectativas pois jamais eu me decepcionava
Passei a me amar mais que tudo na vida
Eu vi...
Minha  alma curada
Mente calada
Coração  ardente... latente
Meu físico feliz novamente.
Eu passei a sorrir
Não um simples sorriso
Minha alma sorri
Meus olhos brilham de alegria
E meu corpo inteiro pulsa em imensa
Intensa
Gratidão.
Sim
Foi mérito meu...
Só meu...
E agora depois de toda essa luta essa glória
Pessoas que se vitimizam
Em seus mundos pequenos
Porque sem coragem se recusam a mudar
Acham que podem invadir meu espaço
Ultrapassar meus limites
Tentando sem sucesso me derrubar
Não vai conseguir.
Eu ainda estou a sorrir
E pretendo continuar assim
Até o dia
Que a vida me chamar
Para que eu possa continuar
Minha caminhada
Até a linha de chegada
De mãos dadas
Com a pessoa mais importante  pra mim... Eu.

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