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Artigo
 
O Trabalho e a Orientação Profissional
Por: Mario Junges


Atualmente o trabalho assumiu proporção central na vida do sujeito, papel antes preenchido pelas relações afetivas entre os familiares ou até mesmo questões relacionadas à política. Hoje o trabalho é formador de identidades e personalidades. Dada importância, confirma a lição de Antonio David Cattani que todas as atividades diárias, sejam elas o sono ou os períodos reservados ao lazer são submissos ao trabalho, os sujeitos pensam no trabalho estando ou não empregados.
Partindo da idéia do trabalho como formador de identidade social, e verificando a infinidade de profissões disponíveis na hora de tomar uma decisão, surgem dúvidas relacionadas à qual carreira investir, uma vez que algumas se revelam melhores aceitas pela sociedade, mesmo que tal atividade esteja distante do desejo do sujeito.
Neste sentido, quando alguém se lança em uma profissão com a qual em nenhum momento sonhou, mas que, ao seu ver, é bem aceita pela sociedade, constata-se a força exercida pelo social no que diz respeito às escolhas do sujeito. Os sujeitos passam a investir em objetos que receberam valor não por suas vontades, mas pelo que a sociedade lhes diz ser desejável. Desta forma, assumir um desejo do social é encarar uma profissão “escolhida” por um desconhecido e de forma precipitada.
A Psicologia, enquanto estudiosa do comportamento e do social, percebe a escolha profissional como uma das mais preocupantes decisões da adolescência. Esta escolha é um marco para entrada no “mundo adulto” e demanda uma capacidade de saber o que se quer.
Através de um espaço de orientação proposto pela Psicologia, leva-se o jovem a deparar-se com seus gostos e desgostos, com o mundo do trabalho e as profissões que lhe envolvem, capacitando-o, a partir de um auto-conhecimento, a escolher, dentre as opções que se apresentam, aquela com a qual melhor se identifica, diminuindo a margem de erro e a conseqüente frustração resultante.

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