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José Arthur de Oliveira
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Os Espíritos e a Lei da Gravidade
Por: José Arthur de Oliveira

Os Espíritos Andam?

Segundo os grandes pensadores, são três os elementos gerais do Universo: Deus, Espírito e Matéria. Todas as coisas que existem confluem para uma das três possibilidades, que são mutuamente exclusivas.
Assim, na dúvida, interrogaremos: esta tal coisa é espírito (alma)?
Se a resposta for negativa, prosseguimos: será Deus?
Ante outra negação resta a única possibilidade: então será definitivamente matéria.

Este ciclo pode repetir-se, assim: tal coisa é Deus? Ou matéria?

A ciência espírita ensina que a alma tem um envoltório sutilíssimo e invisível ao nosso olhar, mas ainda assim é de natureza material.
Em assim sendo deverá forçosamente estar sujeita à lei da Gravidade.
Por isso que a influência da gravidade do planeta sobre a matéria espiritual sempre despertou em mim a maior curiosidade.
Nem mesmo nas obras Espíritas de A Luiz, em que praticamente todos os assuntos são abordados de forma compreensível, jamais encontrei uma explicação para o fato de as colônias espirituais obedecerem à mesma lei que rege os movimentos de rotação e translação da Terra.
Mas analisando as situações em que a gravidade é vencida de forma natural, por exemplo, sendo o meio mais denso que o corpo nele imerso, este flutuará.
Também, pela força eletromagnética podemos arrancar um corpo metálico do solo independente de seu peso. Outra vez, a natureza da força e a natureza do material são as variáveis do problema.

A Ciência ensina que existem quatro forças de interação da matéria, são: a força gravitacional, a força eletromagnética, a força nuclear fraca e a força nuclear forte.
A força nuclear forte é a da interação entre elétrons e prótons, estabilizando o núcleo, impedindo a dispersão das partículas com cargas de mesmo sinal e impedindo também o colapso das cargas de sinal contrário.
A força nuclear fraca é aquela que ocasiona degradação do núcleo do átomo quando permite que um nêutron se transforme num próton, ao liberar um elétron e um neutrino. Essa é uma reação típica que ocorre na explosão das supernovas, que se transformam em estrelas de nêutrons.

Atribui-se para efeito comparativo o valor "1" à força eletromagnética. Neste caso a força nuclear forte é igual a 10 elevado à potência 3, ou seja, será mil vezes mais forte.
Entre a força nuclear fraca e a gravitacional, esta última é ainda mais fraca, numa proporção de 10 elevado a potencia -28.
Ou seja, entre as quatro forças de interação, a força gravitacional é quase desconsiderável quando confrontada com as outras; não obstante isso, curiosamente o sol atrai cometas que chegam a afastar-se muito alem das fronteiras do nosso sistema.

Percebemos então que em determinadas circunstâncias a gravidade não é força preponderante; talvez outras forças, ainda desconhecidas produzam efeitos não percebidos ou não compreendidos pela ciência.

Resta ainda uma consideração: os espíritos nos ensinam que todos os Elementos da Tabela Periódica que existem na matéria grosseira existem em igual correspondência na dimensão espiritual, diferenciando-se pelo padrão vibratório.
Na verdade então, diferenciam-se na sua essência, na sua natureza. Teriam leis próprias, mesmo com grande interação com a matéria comum.

Variadas ilações podem ser feitas a partir de certas premissas: quanto menos moralizado o homem, mais grosseiro o corpo perispirítico, mais envolvido pelos fluidos carnais e maior a influencia de nossa matéria sobre este corpo.
Um expressivo número deles vive ao nosso lado e daí o frio que dizem sentir, o calor, a dor, o medo, a fome, etc.
Minha conclusão a respeito do assunto é que deve existir uma afinidade energética de natureza insuspeitada entre a Terra (a matéria de um modo geral) e as colônias espirituais, e por extensão, os próprios espíritos. Isso explicaria o fenômeno da "ancoragem" das colônias ao Planeta.
Mais recentemente, consultando uma obra espírita, "Os Mensageiros", o instrutor espiritual Euzébio esclarece que qualquer entidade espiritual, se quisesse, sairia da Colônia Nosso Lar, caminhando, e chegaria à superfície do planeta. O piso, melhor dizendo, o solo, nos planos espirituais são prolongamentos da paisagem do mundo físico.
Assim, uma trilha que alcançasse o cume de uma elevada montanha, se prolongaria para além da matéria comum, como se fosse uma estrada, agora nos planos etéreos.
Estaria então explicado o fenômeno da ancoragem das cidades espirituais ao nosso planeta físico, estando pois sujeitas estas cidades aos fenômenos relacionados com o tempo, o dia e a noite.


J. Arthur

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