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Maria Carmem Gomes de Oliveira
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O DESAFIO DOS LIDERES NO SÉCULO XXI
Por: Maria Carmem Gomes de Oliveira

O DESAFIO DOS LIDERES NO SÉCULO XXI

“Onde encontro vida, encontro desejo de poder”. Nietzsche

A presença de governos e dirigentes que assegurem a democracia é um “sonho”, almejado e acalentado por todo cidadão. Referi-me aqui a democracia mesmo, na sua absoluta acepção. Estado de direito, que garanta de fato liberdade de escolha aos cidadãos, especialmente quando homens e mulheres explicitam efetivamente as suas crenças.
A democracia também é capaz de produzir várias nuances de poder, dentre elas a mais nociva é o nascimento dos déspotas, onde é muito comum ser confundido por líderes. Na verdade ambos são personagens opostos e a diferença básica entre eles está na forma de atuar com as necessidades do povo e em como exercitam o poder.
O líder age pelo consenso enquanto o déspota o faz pela dominação.
Também é importante e necessário enfatizar sobre as conseqüências da ação de um e de outro. O líder usa o poder para ajudar na consecução de objetivos comuns, enquanto o déspota usa o poder em benefício próprio. O líder coloca-se como instrumento do grupo, o déspota apropria-se do que é do grupo e lhe devolve como se fossem o gesto magnânimo, o líder gera autonomia e autoconfiança, o déspota gera dependência e “esperança”.
E que denominação é dada à pessoa que governa de forma arbitrária ou opressora? Ou seja, o indivíduo que exerce todo o poder político sozinho ou com um pequeno grupo de pessoas sufocando seus representados e opositores.
Temos como exemplo de grandes déspotas da nossa história nomes conhecidos, como Hitler, Mussolini, Salazar, Stalin, etc etc. Mas não é deles, que vou falar, estão descansando. E nos agora descansados.... Juazeiro encerra um ciclo de vida política, que não me arvoro a julgar, nem como bom nem ruim, seria maniqueísta e não seria justo com a nossa historia. “Apenas” fecha um ciclo, para o nascimento do novo.
Segundo o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, “Liderar é transmitir um sonho. É preciso inspirar as pessoas a chegar a um lugar em que elas ainda não estão. Não basta motivar-se, tem de motivar os outros. Não basta ter uma idéia clara de onde ir, mas principalmente de como ir”.
E esse é o momento de Juazeiro, o nosso líder no papel do gestor público deverá criar condições para o florescimento da liderança em outros. Ser um excelente negociador, persistente, corajoso, ético, construir novos valores de gestão, auxiliar pessoas a encararem a realidade e mobilizá-las para que façam mudanças.
Ultrapassando tudo o que se falou e esperou dos líderes (ou déspotas?) do passado.
Mª Carmem Gomes de Oliveira
Socióloga - Juazeirense

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