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Antuérpio Pettersen Filho
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MORALIDADE À FRENTE DO SINDIPOL...
Por: Antuérpio Pettersen Filho

WILHAMS BIGÚ : MORALIDADE À FRENTE DO SINDIPOL...

Por : Pettersen Filho

Marinheiro, quase, de Primeira Viagem, Wilhams Bigú, há cerca de um ano à frente do Sindipol – Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Espírito Santo, entidade única, que deveria estar representando a Categoria Policial Civil no Estado, infelizmente, realidade que não é possível obter, graças a esforços do próprio Patrão/Estado, a fim de ver o Movimento Paredista fragmentado e sem forças, com fito de manter seu domínio, e vigência, em detrimento do Trabalhador, como de regra, Estratégia que se aplica nas guerras e genocídios no Mundo, desde a Velha China, realidade que já se deparou, com ela, infelizmente, ao assumir a Direção do Sindicato, contudo, pelo que se viu na Assembléia Geral da Categoria, nessa ultima Terça-feira, 13/07, veio trazendo uma nova mentalidade ao Movimento Sindical.
Convocada para deliberar assuntos de interesse da Classe, em especial a Reativação/Eleição de “Nova Diretoria” na APCES – Associação da Policia Civil do Espírito Santo, uma espécie anômala de “Sindicato Placebo”, criado no auge das greves realizadas nas gestões passadas, dos Governos José Inácio e Paulo Hartung, como manobra, ultima, para assumir as responsabilidades civis, ônus, multas e determinações judiciais, sempre mais favoráveis ao Estado, em detrimento da Categoria Policial, desmunida de Patrimônio próprio, maior, o que não é o caso do Sindicato, mantida na berlinda, por isso mesmo, como mera válvula de escape, legítima, a qualquer Movimento, quando na luta contra o Poder Econômico e Político do Estado, mais favorável ao Patrão, Wilhams Bigú, também, preocupado com as defecções no Movimento, que não interessa ao Servidor Policial, a fim de manter vigente a Representatividade, e a Unicidade Sindical, qual seja, um só organismo de representação por Base Territorial, Estado, conforme dispõe a Carta Magna e a Legislação Trabalhista, eis que, concluiu que o “ressucitamento” da tal APCES, a fora os moldes que justificaram a sua criação, parece-nos uma vaidade perigosa e temerária de alguns policiais, insatisfeitos com a alternância de Poder.
Presentes na Assembléia o atual Presidente da Assinpol – Associação dos Investigadores de Polícia Civil, Junior Fialho, quem acumula as funções de, também, Presidente do Sindicato dos Investigadores de Polícia Civil, além de Presidente da tal APCES, numa superveniência de atribuições e onipresença ´somente possível ao Supremo Criador, quem não o é, indicando que ser “líder” Sindical pode ser um “Bom Negócio”, fortemente escoltado por sua “Tropa de Choque”, alguns diretores colocados a sua disposição, de cada uma dessas entidades, sobrecarregando os Policiais no Exercício da Função e as Finanças do Estado, somados a Ilustre Presença do Deputado Estadual pelo PDT, Euclério Sampaio, Wilhams defendeu a tese da extinção, ou esvaziamento da APCES, sustentando a sua inconveniência, e súbita ilegalidade.
Após exibir a Ata de Assembléia em que os Mandatos da atual Diretoria foram estendidos por quatro anos, em que consta, até, a assinatura de pelo menos 57 Políciais Militares, não afetos a Polícia Civil, como escrutínio que legitimou a Alteração do Estatuto, segundo o extraído de Documentos do Cartório Sarlo, em que figura, até, supostamente aposta, a assinatura do Deputado Estadual Da Vitória, demonstrando o quanto o crivo da Assembléia Legislativa, Órgão de Controle do Poder Executivo Estadual, portanto, do Governador/Patrão, interessa aos Detentores do Poder, sob forma de mordaça, Wilhams Bigú pugnou pela extinção da APCES.
Sustentando, ensandecidamente, por seu turno, a mantença da Associação, que cumulativamente Preside, como instrumento hábil a obter Concessões/Projetos junto a Assembléia, como é pratica comum das ONG`s, e Políticos Mandrakes, no Brasil, o que faz da conduta uma farra, aparentemente, a fim de desviar verbas públicas, o Sr. Junior Fialho, quem terá um Recurso de Apelação Criminal, seu, em que consta como Querelante, Julgado na Segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, previsto para essa Quarta-feira, as 09:00 hs, onde recorre da Absolvição do Jornal Grito Cidadão, na pessoa de Pettersen Filho, por Denúncias de Desvio de Verbas a frente da Assinpol, manteve-se irredutível, quanto as Eleições, previstas para a mesma data.
Encerrada sem deliberação pacifica, e definitiva, quanto ao tema, tudo indica que, para deleite e estorvo do Patrão/Estado, a questão somente será dirimida pela Justiça Estadual, quiçá, pela Delegacia de Defraudações.
Contudo, parabéns, Wilhams Bigú, pela visão estratégica, determinação e pertinácia !!!

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