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JUIZ CONCEDE LIMINAR CONTRA BANCO
Por: Antuérpio Pettersen Filho

JUIZ CONCEDE LIMINAR CONTRA BANCO

Por : Pettersen Filho

Provavelmente, não existe nada mais Constrangedor, ou Vexatório, do que o “Sujeito” ingressar com a Família no Supermercado, lotado, após ver creditado o seu Salário em Conta Corrente, e, após um mês inteiro de aperto financeiro, em que as Compras do Mês representam a sua redenção, e, ao lotar o Carrinho de Compras com viveres essenciais a qualquer Casa, tais como açúcar, feijão, arroz, farinha, óleo, papel higiênico, sabonete, entre outros, ao passar pelo Caixa, apresentar seu Cartão, a fim de que se desconte o valor das Compras, e a Maquina do Banco não reconhecer o Cartão, ou realizar a Operação.
Foi esse, exatamente, o caso ocorrido com a Costureira Alexandra Forattini, quem, Correntista do Banco Banestes – Banco do Estado do Espírito Santo, em conjunto com o seu Marido, após ver creditado o Salário do Esposo na Conta Bancária, ele é Funcionário Público, e, obrigatoriamente, recebe seus proventos naquele Banco, e, ao realizar as compras, tendo selecionado item por item necessários a sua Casa, na certeza de possuir o Dinheiro para o pagamento, a vista, mediante Cartão de Débito on line, viu a Operadora de Caixa do Carrefour, semana passada, negar-lhe a Venda, sob alegação de que o Cartão “Estava com problemas”, chamando a sua Supervisora, quem, retiraram os produtos do Carrinho, e o condicionaram numa sala reservada, diante de todos que, ali, assistiam a cena, para desespero e vergonha de Alexandra.
Tentando resolver o “Problema”, após reiteradas tentativas de ver o Debito concluído, no próprio Caixa do Supermercado, Alexandra dirigiu-se a um dos Terminais do Banco, no próprio Supermercado, onde, igualmente, não obteve sucesso na Retirada do Dinheiro, aparecendo na Tela a mensagem “Sem Comunicação com a Agência...”
Perplexa, sem poder contornar o ocorrido, viu os viveres, que havia selecionado, serem devolvidos aos estoques do Supermercado, enquanto se extraia uma Nota Fiscal de Devolução.
Completamente transtornada, Alexandra, com cerca de vinte ou trinta reais, que possuía na sua bolsa, selecionou um leite e açúcar, essenciais ao seu Lar, e ingressou com Ação na Justiça contra o Banco e contra o Supermercado, pleiteando perdas e danos morais e materiais.
Distribuído o Processo para o 4º Juizado Especial Cível de Pequenas Causas, via ABDIC – Associação Brasileira de Defesa do Individuo e da Cidadania, no ultimo dia 02/08, o Juiz, ao analisar o pedido de Tutela Antecipada, determinou ao Banco que restabeleça a livre fluidez do cartão de Alexandra, sob pena de multa.
O Mérito, eventual perdas e danos morais, será analisado em audiência, ainda por se realizar.

Jornal Grito Cidadão

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