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FORÇA TAREFA DO MINISTÉRIO PÚBLICO: “MAIS TAREFA, DO QUE FORÇA...”
Por: Antuérpio Pettersen Filho

FORÇA TAREFA DO MINISTÉRIO PÚBLICO: “MAIS TAREFA, DO QUE FORÇA...”

Por : Pettersen Filho


O quê fazer com cerca de 3.500 Inquéritos de Homicídios ocorridos em Vitória/ES, promovidos antes de 2007, ainda inconclusos, a maior parte deles com Autoria desconhecida ???
Esta é a duvida que aflui nas Salas, e Ante-salas, da Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa de Vitória, diante da “Força Tarefa”, pomposamente, constituída pelo Ministério Público Estadual, com fito de apurar o imenso numero de mortes violentas ocorridas na Capital, cujo montante, cerca de 3.500 Inquéritos, somente na DHPP de Vitória, fora os Municípios do entorno, a maior parte deles problemática, onde o extermínio da vida assume proporções impensáveis.
Assim é que, despertado de uma súbita sonolência, como se tais crimes não ocorressem, dia-a-dia, todos os dias, e noites, na Capital, movido pela requisição do CNJ – Conselho Nacional de Justiça, de limpar as prateleiras das Delegacias de Polícia, jogando o “Retrovisor da História” fora, como se passado algum tivesse, antes, existido, tratando tais números, aparentemente, como meras estatísticas, o Ministério Público Estadual, acaba de, numa canetada só, estabelecer dois dias de prazo para que a Polícia Civil, DHPP, apresente relatórios sobre esses tais 3.500 processos, e, definitivamente, os conclua até o Fim do Ano, atendendo assim a tal “Meta” do CNJ.
Força especialmente constituída para cumprir a disposição de Brasília, a Tarefa está deixando em frangalhos a DHPP, já sobejada pelo excessivo numero de processos, de todos os dias, atuais e passados, causando certa indisposição entre os Delegados e o MP, diante da Herculana Tarefa.
Contando, para encaminhar os procedimentos, tirar cópias e emitir pareceres, com um cem numero de Estagiários, o empenho da tal Força Tarefa, ao redundar nas Delegacias de Polícia, no entanto, encontra a “Velha Estrutura”, precária e defasada da Polícia Civil, totalmente incapaz de cumprir tais prazos, diante de um renovado Quadro Social de Má Distribuição de Renda e Política Educacional, inconsistentes, que transformam as Delegacias de Polícia em verdadeiros Pronto Socorros Sócias, longe da sua real incumbência legal.
É, enfim, aquela “Figura Clássica”, que, às vezes, ocorre em surtos cíclicos no Brasil, em que algumas Autoridades acham que mandam, “Mandando”, e outras Autoridades, fingem que obedecem, “Desobedecendo”...
... e assim a Fila anda, ou não !
Ao que parece, muitos processos, na pratica, trocarão de prateleira, das Delegacias de Polícia para o Ministério Público, e depois, para estas ultimas, de volta...


Jornal Grito Cidadão

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