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Antuérpio Pettersen Filho
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FAKE NEWS, FACHIN PROFERE VOTO: “FAKE INQUÉRITO, FAKE MINISTRO, FAKE TRIBUNAL…”
Por: Antuérpio Pettersen Filho

FAKE NEWS, FACHIN PROFERE VOTO: “FAKE INQUÉRITO, FAKE MINISTRO, FAKE TRIBUNAL…”
Por : Pettersen Filho
Processo Prostituto, desde a sua origem, parido nas entranhas do próprio Supremo Tribunal Federal, de ofício, na canetada do seu Presidente, Dias Toffoli, ele mesmo um Ministro questionável, advindo ao Tribunal pelas mãos corruptas do PT – Partido dos Trabalhadores, legado do próprio Presidente Lula, enquanto advogado do Partido, que, inclusive se gaba de haver sumido com processo contra seu Cliente, tudo gravado em vídeo, por declarações do próprio, ao invés de ter sido instaurado, por justiça e direito, conforme comina a Lei, pelo Ministério Público Federal, a quem cabe instaurar e investigar crimes, e não ao Supremo, que aparentemente advoga em causa própria, com atribuição dada por Toffoli ao Ministro Alexandre de Moraes, ao invés de ser Distribuído por sorteio, como é a praxe na Justiça. ele mesmo, Alexandre, outro questionável, outrora, sabidamente, Advogado do PCC, das maiores facções criminosas do País, indicado no Mandato Tampão de Michel Temer, o tal Inquérito das Fake News, como é chamado, obteve voto de seguimento pelo Ministro Fachin, aparentemente saneando o feito, a margem do Ministério Público, que deveria nele funcionar.

Atribuição dada ao MP pela Constituição da República de 1988, em seu artigo 127, e seguintes, a quem cabe ao MP cuidar dos Direitos Indisponíveis e do Ordenamento Jurídico, titular absoluto, e exclusivo, da Ação Penal, o tal Processo das Fake News, aberto inoriginariamente pelo próprio Toffoli, tem, no entanto, atestado de Óbito realizado no próprio Nascimento, tendo, de todo, em termos de Legalidade e Legalismo, nada a ver com o que se ousa chamar de Justiça, pela Suprema Corte, não passando de Patriotada, ou “Clube de Interesses” pessoais, tratados pelos Ministros da Casa, apto a investigar supostas Calúnias, e Ofensas à Honra dos seus Ministros, e a própria Corte, totalmente antipática, perante a Opinião Pública, breitling replica e nas Redes Sociais, que ora, permeia-se politicamente, em conluio com Câmara e Senado, tendentes a fazer oposição, gratuita e persecutória ao Governo Bolsonaro, quem pretende de quebra, no bojo do Processo, derrubar, enquanto Ela mesmo, Corte, Investiga, Denúncia e Condena, alijando a Sociedade de qualquer satisfação, isolada em si mesma...

Tendo como integrantes Ministros do cabedal de Gilmar Mendes, popularmente chamado de “Bocão”, nas Redes Sociais, especialista em soltar condenados, como a Turma dos Guardanapos e dos Transportes do Governador Sérgio Cabral e Lula, bem como Lewandowisk, com votos quase levianos, sempre com sepulcro nas supostas Liberdades Democráticas e na Presunção de Inocência de Condenados, inteirados e reiterados, em Primeira Segunda, Terceira, Quarta, Quinta e “N” instâncias, numa rosca sem fim, sempre agindo em defesa da suposta Democracia, a Corte, na verdade, se sente Constrangida por não passar, hoje em dia, tal como está, no crivo da Opinião Pública, saudosa do Processo de Papel, e votos fechados elaborados nos Gabinetes, ao contrários das atuais sessões públicas e vaias sofridas na Internet, quando, na verdade, ao contrário de Poder Moderador, que deveria o ser o Judiciário, ultima instância a interpretar a Lei, as deforma, e quer, ela mesma, Justiça. Legislar e Governar, atropelando os demais Poderes da República

Demonstra assim, mais uma vez, a Corte, a sua Incoerência.

Se pensam que são Superministros, uma Supercorte, enfim Superhomens:

Criptonita de Cidadania neles!!!!

Pettersen Filho, membro da IWA – International Writers and Artists Association, é advogado militante e assessor jurídico da ABDIC – Associação Brasileira de Defesa do Individuo e da Cidadania, que ora escreve na qualidade de editor do periódico eletrônico “Jornal Grito do Cidadão”, sendo a atual crônica sua mera opinião pessoal, não significando necessariamente a posição da Associação, nem do assessor jurídico da ABDIC

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