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JOSE ROBERTO TAKEO ICHIHARA
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Jornalismo
 
Censura nos tempos modernos?
Por: JOSE ROBERTO TAKEO ICHIHARA

Quem pode falar que fique calado!


Quem viveu a época da Ditadura Militar no Brasil e conheceu a censura imposta aos veículos de comunicação encontra alguma semelhança com o que estão fazendo atualmente? Aos que duvidavam que a eleição do capitão Jair Bolsonaro representava qualquer ameaça à Democracia, apesar das suas declarações mostrarem isso, os sinais indicam que a preocupação de alguns fazia sentido. Algumas Instituições estão assumindo publicamente a proibição da população saber como o presidente da República e seus familiares estão sendo blindados.
Mas a tesoura que corta as publicações de interesse nacional ganhou ousadia e apoio dos fãs incondicionais do Mito. Retirar tudo o que se escreveu sobre a aquisição da carteira de crédito do Banco do Brasil, avaliada em R$ 3 bilhões, por meros R$ 370 milhões, demonstra que nada questionável deste governo pode ser exposto. Proibir uma Rede de TV de mostrar ao país os documentos da investigação sobre as “rachadinhas” praticadas pelo então deputado Flávio Bolsonaro, o filho do presidente, é perfeitamente justificável. Como a Justiça muda neste país!
O curioso é que a multidão enraivecida que queria fechar o Congresso e o STF se manifesta ao sabor dos acontecimentos, de acordo com os envolvidos. Pelo silêncio ensurdecedor que os patriotas fazem, o país está uma maravilha. Nunca se viu tamanha estabilidade política, econômica e jurídica. Pandemia não interessa porque todos morrem mesmo um dia. Mas o presidente não perdeu a oportunidade de mostrar que é diferente de outros líderes. Reforçou o uso da cloroquina e declarou que ninguém é obrigado a se vacinar contra o Covid-19. Palmas?
Aos que se manifestam contra a situação mostrando o aumento abusivo dos preços dos gêneros de primeira necessidade nos supermercados, o Capitão mostrou a que veio. Pediu aos empresários que sejam patriotas! Estranho é lembrar que em passado recente ele disse que os empresários indicariam o rumo do país e o governo proporcionaria o ambiente necessário para atingirmos o objetivo comum. Faltou explicar como esta classe vai renunciar aos seus lucros, apesar do desemprego e da redução do auxílio emergencial, somente porque o Mito pediu.
Um observador atento vê que o presidente da República direcionou o seu foco para a inauguração de obras de infraestrutura. Como ele não investiu absolutamente nada em obras públicas, o grande gerador de empregos e aquecimento da atividade econômica, os apoiadores postam fotos de obras realizadas sob a sua gestão. Também é bom lembrar que ele foi um dos ferrenhos defensores do congelamento de gastos públicos. Será que vão proibir as pessoas de questionar a paternidade dos empreendimentos inaugurados? É fácil governar por redes sociais!
Ser contra ou a favor do país tornou-se o divisor de águas neste governo. Criticou ou questionou uma medida prejudicial à maioria, escolheu o lado podre, a turma que deve ir para Cuba ou Venezuela, provavelmente são os que têm corruptos de estimação. Apoiou, bateu palmas e gritou Mito para tudo que ele anuncia... demonstra a atitude do verdadeiro patriota, os que querem o país livre de corrupção, moderno, desenvolvido e com oportunidades para todos. Simples assim! Não há meio-termo neste comportamento. Se houver insistência... STJ e juíza!
Como duvidar que estamos no rumo certo? Queda recorde do PIB, desemprego, alta de preços, pandemia e tudo mais faz parte dos desafios de qualquer gestão. Afinal, o Brasil é maior que tudo isso. Nada disso preocupa o Mito. Ele até se dá ao luxo de soltar umas gargalhadas quando aparece em entrevistas. O carisma, a competência e a seriedade do atual presidente da República chamam tanta atenção que muitos pedem bis e o querem novamente na cadeira mais importante país. Com ele não tem censura ou mimimi: dá porrada na boca dos inconvenientes!


J R Ichihara
06/09/2020

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