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JOSE ROBERTO TAKEO ICHIHARA
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Meter o dedo não é interferir?
Por: JOSE ROBERTO TAKEO ICHIHARA

A eficácia da simplicidade


Depois de anunciar mudança na direção da Petrobras, o presidente Bolsonaro disse que vai “meter o dedo na energia elétrica”. Na opinião dele e de seus apoiadores isso não é interferência. Afinal ele continua firme na decisão que as empresas, apesar de mista onde o governo é o acionista majoritário, têm total autonomia na gestão. Quem duvidar do seu apoio ao neoliberalismo raiz, aquele que prioriza o lucro acima até da vida humana, precisa entender que o mercado é autorregulável, mas o povo, especialmente os mais pobres, tem limite para sofrer.
Portanto, como não ver nessa “metida” de dedo na energia uma atitude de bom samaritano por parte do Mito? Danem-se os acionistas, os que embolsam a grana independentemente da situação caótica que vive o mundo – o povo acima de tudo! Que caiam o valor das ações da Petrobras, da Eletronorte e das distribuidoras de energia elétrica. Os antecessores já afundaram mesmo as empresas, acabaram com os empregos e afugentaram os investidores estrangeiros. Só quem não quer ver isso continua torcendo contra este governo. Povo acima do deus mercado!
Aos que criticam a militarização da administração pública no país e das empresas mais importantes em que o governo tem participação, é bom lembrar que o critério do presidente Bolsonaro continua sendo estritamente técnico. Não basta o exemplo do banho de competência do ministro da Saúde, o expert em logística general Eduardo Pazuello, no combate à pandemia? Por que não esperar o mesmo do nomeado para liderar a Petrobras, a maior empresa brasileira e uma das maiores do mundo em petróleo e gás? Aguardem os feitos do general Luna e Silva!
Quem duvidar do “choque de gestão” do presidente Mito precisa rever seus temores. Agora, numa área que convive com choques de alta tensão, qual general irá assumir o comando da energia elétrica? Uma coisa ninguém pode desprezar na formação do conhecimento do pessoal indicado pelo presidente da República: comandam “tropas de choque” a vida toda. O problema é que na vida civil, nos negócios na Bolsa de Valores e tudo mais não se bate continência por simples obediência aos superiores. Lidar com divergências não faz parte da vida militar. Portanto...
Infelizmente os imbecis não veem o futuro promissor que se desenha no horizonte. Empreendedorismo a todo vapor; fim das amarras trabalhistas, o que se traduz em empregos à vontade; produtos mais baratos pelo fim dos impostos sobre o óleo Diesel, mesmo que por dois meses; refeições quentinhas à mesa, graças à eliminação do imposto federal sobre o gás de cozinha, igual ao do Diesel... segurança individual total porque todos terão direito a adquirir até seis armas de fogo. Como ser contra um governo que promete tudo isso e vai cumprir à risca?
Voltando os holofotes para a globalização, com foco no mercado internacional, alguém duvida que estejamos cada vez mais participativos? Nossa política ambiental, reforçada pelo combate à violação dos direitos humanos, nos coloca em degraus cada vez mais elevados. Soma-se a isso os vultosos investimentos em educação e saúde, principalmente beneficiando os mais necessitados. Para fechar o trabalho com chave de ouro, é fundamental ressaltar o desempenho das Relações Exteriores como ferramenta de inclusão no Clube Internacional. Como não ver isso?
Com um linguajar simples e eficaz do Mito, o país ganhou o respeito da sua população e do mercado internacional. Quem ignora que onde ele “meteu o dedo” a coisa melhorou? Acabou com as doenças crônicas que travavam o país como a velha política, o toma lá dá cá, a mamata nos Três Poderes, a interferência na Polícia Federal, a falta de transparência nos gastos públicos, a mordaça na imprensa, a ineficácia nas campanhas de vacinação, a corrupção, o bloqueio na Ciência, a agressão ao meio ambiente e o tratamento inadequado com os parceiros comerciais.


J R Ichihara
22/02/2021

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