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NESTLÉ & ROBERTO CARLOS: “BUZINANDO O CALHAMBEQUE, BI-BI...”
Por: Antuérpio Pettersen Filho

NESTLÉ & ROBERTO CARLOS: “BUZINANDO O CALHAMBEQUE, BI-BI...”

Por : Pettersen Filho

Buzinando o seu velho “Calhambeque, bi-bi”, Acordo entre a Gigante Mundial do Chocolate, a Nestlé, e o Rei da Musica Romântica no Brasil, Roberto Carlos, aparentemente, amarra, em tom de festa, a questionável aquisição da Fabrica de Chocolates Garoto, no Espírito Santo, pela Empresa, inicialmente vetada pelo CADE – Conselho de Acompanhamento do Desenvolvimento Econômico, uma espécie de Agência Anti-trust do Governo Brasileiro, ante a evidente concentração de mercado na mão de uma só Companhia, transformando a Nestlé na maior Empresa do setor no Brasil.
É que, em alusão aos 50 anos de Carreira, no bom sentido, do Rei Roberto Carlos, a Chocolateira Suíça, Nestlé, acaba de lançar, com a chancela do Rei, inusitada Campanha Publicitária, ofertando, com cobertura de chocolate preto e amêndoa crocante de castanha do pará,, Promoção em que distribuirá, para deleite e entorpecimento do Consumidor Brasileiro, que assistiu, nos últimos tempos, o preço da barrinha de chocolate subir, astronomicamente, na gôndola do supermercado, 50 belos Calhambeques, remasterizados, com assinatura do Campeão de Formula 1, Emerson Fittipaldi.
Visto dirigindo o trambolho em clipe comercial, onde, de fundo, aparece a trilha sonora do “Cahambeque-bi-bi”, o próprio Rei é a Estrela maior do Esquema, que, miseravelmente, varre para debaixo do tapete todo o processamento passado no CADE.
Comemoradas, quase sempre, como sintoma do aparente sucesso, e vigor, do Capitalismo Tupiniquim, toda vez que empresas do porte da Antártica & Brhama, Perdigão & Sadia ou Brasquem ? & Petrobras, se fundem, gerando obvia, e inaceitável, Concentração de Mercado, em detrimento da Concorrência e do Consumidor, seus beneficiários finais, ou não, esses nebulosos processos de fusão, quase sempre, prejudicados pela falta de lisura, resultam, obrigatoriamente, em aglomerações suspeitas e em oligopólios financeiros, no mais das vezes, precedidas de bajulamento e cooptação pela própria Imprensa.
Sem que cause, muita, estranheza, contudo, pelo menos no caso da nova “Parceria”, a do Rei Roberto com a Rainha Nestlé, é até compreensível, pois ambos, perante a História, se omitiram:
O Rei Roberto Carlos, quando o pau quebrava, no Regime Militar, em que insistia em cantar o seu Velho Calhambeque, e a Pátria Suíça da Nestlé, ao passo que os Judeus eram queimados nos Fornos Nazistas de Hitler, em que cozinhava o seu Chocolate Histórico...
E a fila anda:
“By, quero buzinar o Calhambeque, bi-bi.-bi-bi..
By...
By.”.

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